Ele começava a chorar por não se recordar, mas recordava. Recordava o acidente onde todas as pessoas conhecedoras da sua idade tinham falecido. Ou seja, tornava-se impossível para o rapar poder conhecer pessoas novas, pois toda gente lhe perguntava a idade e ele começava a chorar e fugia dessas pessoas.
Ele cresceu na solidão. E isso fez dele um assassino impiedoso. Ele não matava pessoas, ele aniquilava. O sangue dele frio, mais do que o frio do gelo. Ele não aniquilava por dinheiro nem por vingança, simplesmente por puro prazer. Francisco gostava de fazer as pessoas sofrer não só fisicamente como psicologicamente. Matava pessoas de qualquer idade sem qualquer discernimento. As crianças ele usava a mítica técnica de oferecer rebuçados para as criancinhas virem com ele. Depois prendias na sua cave. Chegou a ter 30 criancinhas presas e depois matava-as uma a uma com uma simples decapitação, com todas as outras crianças a assistir. Era uma enorme tortura para as crianças principalmente quando eram os seus amigos da escola. Para as raparigas jovens, ele embebedava-as e matavas em quartos de hotéis. Prendi-as á cama e usava talheres para a matar. Começava por espetar os garfos nos olhos cortar em volta com uma faca e tira-los, depois inseria um dos olhos na vagina e outro no ânus. Cortava-lhes os dedos todos, 2 deles metia no nariz e os restantes na boca para que ela morre-se com falta de ar. Aos homens atropelava-os á noite, homens que ele atropelava eram quase sempre os embriagados que saiam da taberna e regressavam a pé para casa. E aos idosos, obrigava-os a ver pornografia até que eles morressem de ataque cardíaco.
Até que chegou o dia. O dia em que ele se apaixonou por uma das raparigas que ia matar ela chamava-se Tatiana, isso provou ser o fim. Como o normal ele levou para o hotel só que desta vez a rapariga não ia embriagada. Até mesmo sem estar embriagada Francisco consegui convence-la a deixar-se prender á cama. Só que quando ela foi presa apercebeu-se que algo estava mal. Pois ela era da Policia, ela não foi com ele por causa dos crimes cometidos por ele, pois Francisco após matar alguém dava-a comer aos porcos ou por vezes ele próprio comia algumas partes das pessoas. Sendo quase impossível descobrir os seus crimes. Voltando á historia a rapariga sem que Francisco se apercebe-se desprendeu-se das cordas que a amarravam á cama, e pegou num cinto que se encontrava ao lado da cama e começou a açoita-lo. Ele no meio de tantos acoites consegue agarrar o cinto puxando-o para si. Tatiana e Francisco ficaram frente a frente. Olharam-se nos olhos, até que Francisco beija-a e começa a chorar. Ela surpreendia pergunta-lhe - Porque choras? - nesse mesmo instante Francisco apunha-la coração
- Porque apesar de te amar mais do que tudo vais morrer. - disse Francisco, voltando a esfaquear Tatiana.
- Mas se me amas porque me matas? Porque me fazes sofrer? - foram as ultimas palavras que Tatiana conseguiu dizer.
- Porque sei que um dia tu vais morrer, e não queria estar contigo sabendo que a qualquer momento podias morrer. - respondeu Francisco debruçado sobre o corpo dela.
Francisco levanta-se já sem estar a chorar. Ele mete o punhal na mão direita da Tatiana e pega-lhe no braço e espeta-se com o punhal. Quando se escorria em sangue sonho com o dia do acidente.Lembrou-se de algo que nunca lhe tinha ocorrido quando pensava no acidente. Recordou-se das últimas palavras de uma amiga que morreu no acidente.
-Vamos morrer todos menos tu num brutal acidente. E tu vais te esquecer da tua idade. Até ao dia em que te vais apaixonar por uma pessoa, e nessa altura saberás a tua idade, contudo será tarde demais.- O quê? Estás doida? Isso será impossível de acontecer. - interrompeu Francisco muito assustado com o que a sua amiga lhe estava a contar. Mas ela continuou a sua historia dizendo.
- Terás 16 anos nessa altura. Será tarde demais porque vais terminar com a vida da pessoa que mais amas e a seguir vais te matar.
Assim que a sua amiga disse a última palavra o deu-se o acidente. Morreram todos assassinados por um homem cujo o nome era Dratos.
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